“…até os confins da terra” PDF Imprimir E-mail
Estudos Bíblicos - por Reinhard Bonnke

Os primeiros discípulos começaram a testemunhar sem experiência prévia, sem métodos, sem técnicas, e sem seminários para lhes mostrar como fazer. Qual era o meio deles?
Começou quando Jesus, nasceu na Judéia, passeou pela praia, e deu com um grupo de pescadores no lago da Galiléia, e os convidou para virem com ele para serem pescadores de homens. Desta matéria prima ele fez apóstolos e transformadores do mundo, figuras histórias que nunca mais serão esquecidas. 

 “…até os confins da terra” – Parte I

“Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.”

Os primeiros discípulos começaram a testemunhar sem experiência prévia, sem métodos, sem técnicas, e sem seminários para lhes mostrar como fazer. Qual era o meio deles?
Começou quando Jesus, nasceu na Judéia, passeou pela praia, e deu com um grupo de pescadores no lago da Galiléia, e os convidou para virem com ele para serem pescadores de homens. Desta matéria prima ele fez apóstolos e transformadores do mundo, figuras histórias que nunca mais serão esquecidas.

Quando Cristo deixou esta terra, todo o futuro da fé ficou sobre os ombros deles. Estes eram habitantes locais que nunca haviam viajado para mais longe do que seu barco de pesca os podia levar. É a eles, ao seu ardor e resoluto sacrifício que devemos nosso conhecimento da salvação. O mundo, também, tem para com eles uma dívida imensa, os primeiros lampejos de uma vida civilizada. Eles introduziram a fé, amor, esperança, perdão, bondade e valores fora da cultura antiga do mundo pagão. A palavra de Deus lentamente penetrou na sociedade. Marco Aurélio, um intelectual e Estóico , se tornou Imperador Romano em 61 AD e tinha falas de Cristo inscritas nas paredes de Roma.

Os primeiros convertidos eram Judeus e a primeira igreja foi em Jerusalém.  Milhares abraçaram a fé, muitos deles pregadores dos templos. Por mais ou menos 20 anos, mesmo quando outros Cristãos foram dispersos por outros lugares, os apóstolos permaneceram em Jerusalém,  acumulando sua agenda de fé e trabalho. A igreja se centralizou no templo (Ver Atos 6:7; 8:1; 21:20). Por alguns anos eles não foram capturados pela visão de mundo. João escreveu “Porque Deus amou ao mundo” (João 3:16), mas foi mais tarde. Crentes Judeus tinham a tendência de pensar em Jesus somente como Messias para Israel. Mesmo quando Jesus ressuscitou dos mortos, os apóstolos viram sua ressurreição somente em termos da restauração de Israel. (Atos 1:6). Jesus mesmo estendeu Sua mão para o mundo. Ele disse: “Sereis minhas testemunhas em Jerusalem…até os confins da terra” (Atos 1:8). A palavra Grega para “confins” é eschatos, a qual poderia ser traduzida como o  “último lugar da terra”.

Paulo, um judeu para os judeus…

Para que o Evangelho começasse a se mover através das nações, Deus preparou um homem, o apóstolo Paulo. Ele era cidadão Romano por nascimento, mas era profundamente Judeu, se auto denominando “Hebreu dos Hebreus (Filipenses 3:5). Seus interesses pessoais estavam na salvação da sua própria raça (Romanos 9:1-4). Por um tempo ele se estabeleceu em Antioquia, uma cidade Gentia com uma vasta população Judia, proporcionando-lhe experiência das duas culturas. Deus o chamou para levar o Evangelho ao estrangeiro (Atos 13:1) e depois de algum tempo, com a bênção da igreja em Antioquia, ele sai para sua primeira importante viagem. Pelos registros da sua carreira, onde quer que ele fosse, sua prioridade era seu próprio povo.

Esta se tornou a maneira de Deus. Quando chegava a um novo destino, o método de Paulo era visitar as sinagogas em primeiro lugar. As Sinagogas Judias  existiam por toda a região Mediterrânea. Os Judeus ou tinham sido guiados para o estrangeiro ou foram deixados em negócios, criaram colônias em cidades por todo o Império Romano e mantiveram as tradições de Moisés. A primeira Epístola de Pedro é escrita aos Judeus “peregrinos da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia”, áreas da Ásia Menor (I Pedro 1:1). O próprio Paulo pertenceu à Diaspora. Ele foi nascido Judeu, de Tarsus na Cilícia, uma cidade bastante considerável no sudeste, que agora é a Turquia (Atos 22:3).

Centenas de milhares de Judeus tinham fugido do seu próprio país, os quais eram perseguidos por brutalidades inimigas. Depois da queda da Assíria e do cativeiro da Babilônia 600 anos antes de Cristo, os Judeus remanescentes enfrentaram constante tirania. Um século antes de Cristo, Antiochus IV, um Sírio, decidiu destruir a religião dos Judeus através de perseguição e matança. Vítimas são mencionadas em Hebreus 11. Levados ao estrangeiro, os Judeus dispersos se tornaram canal através do qual Paulo alcançou os Gentios.

…e todas as coisas a todo  homem

Paulo se tornou um crente em Damasco dois ou três anos depois da ressurreição de Cristo e “e logo nas sinagogas pregava a Jesus, que este era o filho de Deus” (Atos 9:20). Este era seu método. Em Jerusalém “Assim andava com eles em Jerusalém, entrando e saindo, e pregando ousadamente em nome do Senhor. Falava e discutia também com os helenistas;” (Atos 9:28-29). Ao ir de um a outro país, ele primeiramente faria contato com as pessoas, assistindo a uma sinagoga local, onde, como rabino Judeu, poderia ensinar. Normalmente os inimigos fariam uma oposição e cada vez que se dirigia aos Gentios, desencadeavam-se uma série de discussões e avivamentos.

Este é o cenário contra o qual os pioneiros do evangelho trabalharam, e era um trabalho audacioso e intrépido achar o caminho para ganhar o mundo. Paulo foi onde ele pôde, arriscando ser humilhado e rejeitado de modo que, “de todas as maneiras eu possa salvar alguns” (I Coríntios 9:22). Os Cristãos eram imaginativos, ousados e não presos a qualquer aproximação ou truques para chamar atenção. Não somente Paulo, mas também os convertidos, se arriscaram indo aonde foram, sem estar certos de que seriam bem recebidos.

Paulo gastou dois anos apresentando o Evangelho no anfiteatreo de Tiranus em Éfeso. Em Atenas ele disputou com os Judeus, Epicurean e filósofos Estóicos e foi chamado à Corte do Aerópago no Pórtico Real. Esta corte tinha autoridade sob questões morais e religiosas e ela não era composta de uma grande audiência, nem era pública, mas os apóstolos apresentaram as reivindicações de Cristo sem se comprometerem. Em Roma, Paulo pregou a Jesus crucificado e não hesitou em lembrar as pessoas de que Roma era culpada daquele monstruoso crime.

…por causa do evangelho

A lenda é de que os apóstolos se encontraram para decidir qual país cada um deles evangelizaria. É bem certo de que Tomé, e talvez Bartolomeu, foram para a India e lá morreram pelo evangelho. Todos aqueles pioneiros exibiram tremenda iniciativa e coragem. Vivendo hoje, em um tempo que foi tão afetado pelo Cristianismo, é difícil para nós visualizarmos como foi romper com a escuridão espiritual e moral quando os hábitos, cultura, crenças e a moral de todo o mundo eram ateus e grande parte barbaresco, apesar do poder militar e do esplendor do Império Romano.

O evangelho entrou tão discretamente quanto a maré do oceano. Estes pioneiros não eram somente apóstolos e evangelistas, mas uma multidão inteira de crentes comuns e desconhecidos. A metade deles eram escravos que não obstante encararam intrepidamente a possibilidade de sofrer e até mesmo de morrer por Cristo. Um comovente exemplo surgiu em escavações em Roma. Uma inscrição foi encontrada rabiscada na parede da cozinha satirizando um escudeiro do palácio. Mostrava um homem crucificado com uma cabeça de burro e as palavras “Alexamenos adora o seu Deus”. Esse jovenzinho evidentemente não tinha medo de confessar e adorar Cristo nos aposentos dos rapazes e falar dele na cruz. Alguém também rabiscou na parede “Alexamenos é fiel”, talvez ele próprio.

Cristãos nunca sonharam em não executar a Grande Comissão de Cristo. Isto significava ser Cristão, e esta era a ordem do dia do discipulado. Até o início do IV século, 313 AD, a morte era uma ameaça constante para as testemunhas. Entretanto, tempos antes do Império se tornar oficialmente Cristão, reivindicava-se de que os povoados e mercados estavam cheios de crentes e os templos pagãos desertos.

Jovens Cristãos também estavam prontos a morrer por Cristo e até mesmo se reportariam às autoridades como crentes. A devoção que tinham para com Jesus Cristo era suprema. Os Judeus cresceram com um entendimento muito estrito de um Deus que enviaria alguém a Israel – o ungido. Lá, nunca houve alguém como este, ninguém comparado com Jesus. Realmente, nunca houve alguém como ele desde então. Cristo não deixou ritual como observância com o qual se adquire salvação ou se alcança o céu, pois Ele mesmo é nossa salvação. Ele somente nos pede que nos lembremos Dele no batismo, no pão e no vinho. Ele não nos fala para nos lembrarmos da Sua morte, mas para tomar o pão e o vinho em Sua memória (Lucas 22:19). Quando pregamos o evangelho, Jesus Cristo, devemos entender de quem estamos falando. O nome de Jesus não é um talismã, um logotipo, e nem uma fórmula. Nos referimos aEle – o Cristo das Escrituras e tudo o que Ele é.

No Velho Testamento somente foi retratado o contorno Dele, mas o Novo Testamento O fotografou em cores. O Velho Testamento fala de Deus e Jesus disse que falou sobre Ele. Ele “cumpriu” as Escrituras – as encarnou e lhes deu corpo e vida. Cristo é evidência do que os apóstolos profetizaram, mas Ele era maior do que aquilo. João Batista deu testemunho Dele, mas ele viu Jesus ser muito mais do que as suas profecias. “Convém que Ele cresça, e eu diminua”, ele declarou (João 3:30).

“…até os confines do mundo” (Parte II)

“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. (João 8:36) ((a referência no original está errada))

Deus testificou de Si não somente como “Deus”, mas deu a si mesmo uma identidae e um nome. Primeiro Ele falou a Moisés: “e eles saberão que eu sou o Senhor seu Deus, que os tirei da terra do Egito,” (Êxodos 29:46). Isto foi dito sete vezes em Êxodos. Existem muitas idéias sobre Deus, mas o verdadeiro Deus é Deus de libertação. Começamos com o Deus o Criador e o Deus da providência, julgamento e santidade; porém, logo chegamos à plena revelação do Deus  Redentor, Curador,  Pastor, Aquele que está sempre presente.

A primeira epístola de João descreve o grande trabalho de Cristo, libertando o mundo da maldade e do demônio e diz: “Sabemos também que já veio o Filho de Deus, ...Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”(I João 5:20). É Ele quem nos chama de testemunhas. Testemunhamos a Cristo de mil glórias descrito na antiga palavra de Deus, não uma lenda, um fatasma ou uma ficção, mas Aquele que é identificado por sua incomparável e inconcebível grandeza.

Testemunhamos sobre Ele porque Ele é o que diz ser.  Ele se revelou a nós para nossa própria vantagem e esperança. Ele nos fez conhecê-Lo e Ele vai de encontro à nossa inquietude e nossa ansiedade: “O desejo de todas as nações virão”(Ageu 2:7 NKJV). Todas as pessoas sentem a necessidade Dele sem saber o que está faltando, e que na verdade Jesus é esta peça que falta. Ele vai de encontro à nossa ignorância. A humanidade produziu mil credos e panacéias, mas o evangelismo apresenta a resposta apresentando a Jesus. Em Atenas, Paulo encontrou um altar edificado a deus estranho e disse: “Esse, pois, que vós honrais sem o conhecer, é o que vos anuncio” (Atos 17:23). Isso é o que nós fazemos, proclamamos a Jesus para as pessoas que não O conhecem. Nada está pronto sem Ele. Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2:18) e fez uma mulher para Adão. Ele também disse: “o homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor” (Deuteronômio 8:3). Sua palavra é vida. Não há substituto para Ele em toda criação ou em toda a história. Ele é a conclusão da vida.

...e palavra da redenção

O Evangelho de João começa majestosamente: “No princípio era o Verbo”. Ele usa esse nome com seu incrível significado sobre Jesus. Para os Gegos o Verbo era uma força ou estava além de qulquer coisa, santo, intocável e impenetrável. Os Judeus também falaram sobre o Verbo, a voz de Jeová. João nos falou que Jesus era tudo aquilo e muito mais: “Nele estava a vida, e essa vida era a luz dos homens” (João 1:4), a luz de inteligência, consciência própria e consciência de Deus.

O evangelho é sempre evangelístico, destinado a ser passado para frente de boca em boca. No Novo Testamento cada palavra para evangelismo é uma palavra para ser falada. O evangelho não é uma mera teoria em um livro ou uma idéia mumificada, mas uma proclamação viva, que deve ser ouvido, apresentado. A palavra de Deus é viva e flui com a vida. Temos a Bíblia não porque ela foi preservada como documento antigo ou também uma exibição de museu, mas porque ela é viva. E coisas vivas não precisam ser preservadas.

Proclamando Boas Novas a todas as Nações

Quando Paulo se dirigiu aos Atenienses, ele “proclamou” o evangelho. Para “evangelho” Paulo usou a palavra Grega evangelion, a qual não significa somente novas, mas boas novas. A palavra Inglesa “gospel” vem de uma palavra  Anglo Saxônica que significa boas noticias. Nós estamos espalhando”boas novas” e não “boa informação”. O evangelho é sempre um anúncio pessoal da boca de um mensageiro que fez uma feliz descoberta.

Mais que isto. As boas novas proclamaram uma mudança nos acontecimentos do mundo, para todo mundo,  notícas de uma batalha ganha e um grande inimigo derrotado. No primeiro verso de Marcos temos:  “O início do evangelho (euangelion, boas noticias) sobre Jesus Cristo”. Ele havia recebido isto antecipadamente pelo anjo no nascimento de Jesus: “Trago-vos nova de grande alegria” (Lucas 2:10). Ele usou a mesma palavra Grega para “boas novas” e adicionou uma outra, a Grega chara, “grande alegria”. Paulo disse estar em dívida tanto para com o Judeu como para o Gentio, pois ele sabia que eles tinham o direito de ouvir as boas novas e experimentar a alegria de conhecer Jesus Cristo.

Muitas palavras têm sido usadas para a comunicação do evangelho, tal como falar, conversar, anunciar e fazer conhecido. É fácil imaginar alguém cochichando as boas novas para um colega, quase como um conspirador, de modo que os inimigos não ouçam. Três palavras Gregas são particularmente palavras de evangelho. Kerygma “proclamação”, euangelizo “anunciar boas novas” e martureo “testificar”.

Alguns modernos acadêmicos estão sempre falando sobre kerygma e o seu conteúdo. Me parece esmagadoramente óbvio que  kerygma se refere a anunciar Jesus Cristo – Ele era o conteúdo da mensagem.
Em Romanos 16:26 Paulo fala  “da proclamação(kerygma) de Jesus Cristo”. Ele estava falando do que o evangelho é e não do ato de pregar.
A incrível revelação de Deus em Cristo rompeu o eterno céu, mas isto de nada vale se não for contado. Deus nos quer envolvidos no Seu grande esquema. Não podemos realmente entender porque Deus conta conosco para este importantissimo propósito, mas este é o Seu espantoso plano. Ele nos dá uma rara posição de privilégio.

Evangelion – o evangelho – é uma palavra particularmente de Paulo, que aparece 76 vezes no Novo Testamento, sendo que 56 delas está ligada a ele.  Ela é as boas novas de vida eterna, ressurreição, verdade, paz e salvação. A palavra euangelion não é um anúncio ou uma promessa de algo que acontecerá, mas uma declaração do que já aconteceu. Pregar o evangelho não o faz acontecer, pois ele já é um fato. O Evangelho já tem um conteúdo maravilhoso: ele nos conta o que Deus fez. A cruz é algo que ninguém pode mudar. Ela é mais que palavras, que teoria, sistema ou doutrina. Jesus realmente veio à terra, morreu e ressuscitou. Nada pode apagar isto. O Evangelho é exatamente sobre isto, a rocha na qual podemos nos firmar com segurança. Confusão mundial, revoltas, mudanças e guerras, todos batem contra essa rocha. Ventos tempestuosos e o rugir dos mares testam a sua força, mas ele não pode ser abalado.

Tecnologia e poder podem colocar a cruz em foco, mas não pode mudá-la. “Deus...que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo,...não imputando aos homens as suas transgressões,...” (II Coríntios 5:18-19). É como se estivesses contando a prisioneiros que as portas das suas celas estavam abertas. Se eles cressem nisto, eles poderiam sair livres. Como Jesus disse ao morto em Naim: “Moço, a ti te digo: Levanta-te” (Lucas 7:14). Aos crentes foi dado o “ministério da reconciliação” e como embaixadores dizemos: “reconciliai-vos com Deus”.

Sacrifícios vivos

A outra palavra  bem usada para comunicar o evangelho é: matureo, “testificar”  que vem da palavra Inglesa “martyr” – mártir. Cristãos que morreram por Cristo são chamadas de “mártires”: pessoas que deram suas vidas para testemunhar e testificar a sua fé través do sacrifício. Estevão foi o primeiro mártir. Sua morte foi assistida por Saulo de Tarso, um jovem que provavelmente não superou o que viu. 
 

João escreve sobre “o testemunho (marturia) de Deus” (I João 5:9). Em Números 17:7 e Exodo 25:22, Deus é testemunha de Si mesmo  na Tenda do Testemunho e na Arca do Testemunho. Originalmente, martureo era a confirmação de um acontecimento. Isto se relacionava com a memória, falando sobre algo conhecido direta e pessoalmente, especialmente no tribunal. João usa a palavra martureo umas 43 vezes no seu Evangelho e Epístolas, mas nunca a palavra euangelion ou evangelho. Porque? O Evangelho de João é um evangelho de ação e experiência contínua. Para ele, testemunhar não era algo occasional, mas uma atitude de vida, ou seja, nossas vidas como uma contante lembrança ou testemunho da verdade de Jesus. O que Jesus fez pelos crentes deveria marcá-los e diferenciá-los como Seu povo.

Cada uma dessas três importantes palavras têm em si o mesmo pensamento, ou seja, nós somos o que pregamos. O mensageiro é a mensagem. Se pregamos Cristo somos Cristãos. Se pregamos o Espírito Santo, somos cheios do Espírito. Esta é a maneira como Deus Se revela ao mundo nos dias de hoje . Em nós Sua palavra é feita carne. Tudo o que temos que ser é o que Deus nos faz.